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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Odontologia x Fumo

Nas propagandas antigas de cigarro percebemos as artimanhas para levar as pessoas ao consumo do produto. O cigarro que emagrece... faz bem para os dentes... acalma os nervos...Essas propagandas, criadas entre os anos 1927 e 1954.
Houve um tempo em que o hábito de fumar, além de elegante, fazia bem à saúde. Essa era a pretensão de uma poderosa indústria tabagista que, em busca de consumidores, recrutou médicos, dentistas e até bebês a seu favor. O que hoje faria tremer qualquer associação de medicina!

"Mais médicos fumam Camel do que qualquer outro cigarro" 





A marca Camel distribuiu maços de cigarro na entrada de convenções médicas no ano de 1946. Ao final do evento, um grupo de pesquisadores perguntava qual marca de cigarro os médicos levavam no bolso. A resposta não podia ser outra: eram os mesmos maços recebidos antes. A "estatística" virou anúncio!




"Como seu dentista, eu recomendo Viceroys" 





Enquanto as causas de câncer bucal eram lentamente associadas ao fumo, o cigarro Viceroys exibia dentistas defendendo a marca. De acordo com estatísticas da empresa, mais de 38 mil dentistas aprovavam Viceroys. 


"Puxa, mamãe, você realmente gosta dos seus Marlboros" 





O uso de crianças na propaganda atingia principalmente o público feminino, e fazia parte dos esforços da indústria tabagista para ampliar a base de consumidores. Segundo a peça publicitária, o milagre dos cigarros Marlboro era não "empapuçar" seus usuários.


"20.679 médicos dizem que Lucky Strike irrita menos a garganta" 





O cigarro Lucky Strike se dizia capaz de proteger a garganta, e também buscou o apoio de pesquisas médicas. De acordo com a publicidade da marca, datada de 1930, mais de 20 mil médicos aprovavam Lucky Strike como sendo "o menos irritante" do mercado. 

Atualmente vemos as seguintes propagandas nos maços de cigarro:

Dia Mundial Sem Tabaco, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1987, é uma data importante para a Odontologia no combate ao tabagismo, não só pelos prejuízos que o hábito traz para a saúde bucal e pelas já comprovadas relações entre boca e saúde integral, mas também porque o cirurgião-dentista, enquanto profissional de saúde, deve alertar para os perigos do que é a principal causa de morte evitável. Além disso, ele pode detectar precocemente casos de câncer bucal, que tem como principal fator de risco o fumo.
câncer bucal e o tabaco - O câncer bucal já fez, no Brasil, mais de 11 mil vítimas masculinas e cerca de quatro mil entre as mulheres. A doença abrange as neoplasias malignas de cavidade oral – mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua, assoalho da boca e de lábio -, é mais frequente em pessoas brancas e tem maior incidência no lábio inferior que no superior. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer nas regiões da boca que não o lábio acomete principalmente tabagistas, e os riscos aumentam quando o fumante é também alcoólatra.
Entre outros malefícios provocados na cavidade oral, o fumo destrói as enzimas da saliva que combatem substâncias prejudiciais. Isto torna a saliva uma mistura corrosiva de compostos químicos do tabaco na boca, facilitando o surgimento de células cancerígenas. Quem fuma 30 cigarros/dia já pode apresentar lesão pré-maligna.

O que você encontra nos Blogs sobre o assunto:









quarta-feira, 21 de julho de 2010

Esta é para você que reclama do seu dentista...

Saiba que na Índia eles não reclamam!









Os talentosos dentistas e os baixos custos dos tratamentos odontológicos fizeram com que a Odontologia na Índia se tornasse famosa no mundo inteiro!

Para mudar o visual

Se você está cansado da sua dentadura e quer dar um toque no sorrisão... Peça já a sua Dentadura Divertida Billybob!!!!

Barbie Dentista!

Essa é para as meninas!!!
Boneca Barbie Quero Ser Dentista - Mattel


quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Dentista que desafia o Autismo

Na revista Época desta semana, a reportagem "A Dentista que desafia o Autismo" nos mostra uma profissional exemplar que demonstra amor à profissão e dedicação aos seus pacientes.
Crianças autistas costumam receber anestesia geral quando precisam cuidar dos dentes. Adriana Zink consegue fazer diferente. Não há mágica nesta história, há um inspirador exemplo de dedicação.
Leia a reportagem completa na página da Revista Época.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Oclusão em Dentística

NORMAS PARA O EMPREGO DOS PRINCÍPIOS OCLUSAIS EM DENTÍSTICA RESTAURADORA

Muitos dentistas têm-se frustrado com constantes insucessos de seus trabalhos e, muitas vezes, estes fracassos são colocados sob responsabilidade dos materiais empregados. Restaurações que fraturam ou se deslocam, levando o dentista ao desespero. Com certeza, algumas das falhas das restaurações estão relacionadas com a não obediência aos princípios básicos oclusais.

Em dentes posteriores
Antes da restauração:
  • Observar a relação oclusal do dente a ser restaurado para que, após o trabalho concluído, não tenha o dissabor de perder na anatomia oclusal conseguida durante a escultura;
  • Observar a anatomia oclusal dos dentes vizinhos e tentar imitá-las durante a escultura da restauração;
  • Verificar a existência de contato prematuro, principalmente em RC, e os dentes onde se realiza a guia de desoclusão;
  • Caso exista, verificar se o contato está promovendo alguma alteração nas estruturas do sistema estomatognático;
  • Uma vez diagnosticado que o contato prematuro é patogênico, está indicado o ajuste oclusal prévio à restauração;
  • Se o contato prematuro estiver no dente a ser restaurado e se for envolvido pelo preparo, também está indicado o ajuste prévio à restauração;
  • Mesmo que exista contato prematuro no dente a ser restaurado e que este não seja envolvido pela restauração – como em outro dente – mas que seja fisiológico, não se deve ajustar a oclusão do paciente;
  • Demarcar tanto o contato em RC quanto na MIH e procurar, durante o preparo da cavidade, fugir da área de contato.
Após a restauração:
  • Concluída a restauração, deve-se voltar a observar se os contatos em RC e em MIH permanecem os mesmos. Este procedimento nos garante que a restauração não está interferindo nestas posições.
  • Após estes passos, consultam-se os lados de trabalho e balanceio.
  • Também deve-se, sempre que possível, evitar estabelecer contatos oclusais na interface dente/restauração.

Em dentes anteriores
Antes da restauração:
·        Demarcar os contatos em MIH e, se possível, assim mantê-los até a conclusão da restauração, para comprovar a manutenção das mesmas;
·        Verificar os dentes em que ocorrem as guias anterior e lateral;
·        Verificar a presença de desgaste dental. Estes podem ser originários de bruxismo, por substâncias ácidas ou por ambas as causas. É importante fazer o diagnóstico da causa.
Após a restauração:
  • Sempre que possível, evitar que ocorra contato na interface dente/restauração;
  • Não permitir que o contato fique “alto” na MIH;
  • Verificar se no movimento protrusivo ou de lateralidade o dente não interfere nas respectivas “guias de desoclusão”;
  • A manipulação em RC fica dispensada por ser uma posição mais posterior que a MIH.


Fonte: Baratieri, L.N./et al. Odontologia Restauradora - Fundamentos e Possibilidades. 2001

Interferência Oclusal

A interferência oclusal pode ocorrer em quatro situações:
  • Contato que desvia a mandíbula de RC para MIH.
  • Contato prematuro que não promove desvio.
  • Contato prematuro em lateralidade Contato prematuro em protrusão.
 O contato prematuro pode ser considerado fisiológico ou patogênico:
à Fisiológico: porque, independente da posição e do movimento em que possa ocorrer, não promove nenhuma alteração nas estruturas do sistema estomatognático. Na realização de qualquer trabalho restaurador, no entanto, as posições e os movimentos mandibulares devem ser consultados, para que não se promova nenhuma interferência oclusal, causando problemas por iatrogenia.
à Patogênico: Quando ocasiona alterações nas estruturas que compõem o sistema estomatognático.
Fonte: Baratieri, L.N./et al. Odontologia Restauradora - Fundamentos e Possibilidades. 2001

sábado, 26 de junho de 2010

Sorrisos Famosos

Celebridades antes e depois da visita ao dentista!
Zac Efron
Tom Cruise
 
Nicolas Cage
Victoria Beckham
David Beckham
Liam Gallaghe

sábado, 5 de junho de 2010

Fotografia Digital na Odontologia

As vantagens do emprego da fotografia digital na odontologia são muitas. As fotografias são essenciais para a documentação clínica e são recursos valiosos quando se trata da especialidade Ortodontia.
As fotografias extra e intrabucais são necessariamente feitas pré e pós-tratamento, mas podem ser realizadas durante, permitindo uma avaliação da evolução do tratamento.
As fotografias podem servir para publicações científicas, conferências, cursos, levando os resultados e as informações aos profissionais da área com riqueza de detalhes.
Também se pode motivar o paciente a receber um determinado tratamento, mostrando-lhe fotografias pré e pós-intervenção.
As câmeras digitais convencionais consideradas não-profissional, necessitam de algumas adaptações para um melhor resultado das fotografias intrabucais. Como também é necessário que o profissional saiba manipular a câmera digital.
A iluminação do ambiente é muito importante para se obter boas fotografias, mas em caso de fotografias intrabucais é necessário o recurso flash. O flash da câmera não é capaz de proporcionar uma iluminação adequada, formando sombras indesejáveis sobre dentes ou tecidos moles, além de alterar completamente a tonalidade e intensidade das cores dessas estruturas. A iluminação intrabucal deve ser feita com um flash circular.
O uso da macrofotografia, este recurso permite tirar fotos de dentes e bocas a poucos centímetros obtendo uma imagem em que o tamanho se torna próximo ao real. Contudo há a incoveniente condensação de vapor d’água sobre as lentes da câmera por causa da respiração do paciente, causando perda da qualidade da imagem, o ideal é o uso de lentes close-up que permitem tomadas intrabucais a aproximadamente 35cm da face do paciente, com a possibilidade de aproximação maior através do zoom da objetiva. O zoom da câmera é outro fator que devemos cuidar, ele pode ser empregado desde que seja óptico. O zoom digital produz efeitos de granulação nas fotos, perdendo qualidade da imagem.
O investimento necessário para a aquisição de um equipamento convencional para fotografias clínicas não pode ser considerado pequeno, se for considerado isoladamente. Mas os benefícios que a fotografia proporciona sobrepujam em muito este valor.

As vantagens das fotografias digitais são:
- possibilidade de visualização imediata da fotografia;
- repetição da fotografia, se necessário, no mesmo instante;
- as imagens não são afetadas pelo envelhecimento ou riscos;
- custo reduzido para a revelação digital;
- baixo custo para o armazenamento dos arquivos digitais.

As desvantagens são:
- necessidade de um certo conhecimento de informática para dominar os ajustes da câmera e a transferência de arquivos por ela gerados para o computador;
- investimento mais elevado em relação aos equipamentos convencionais;
- legalidade dos arquivos digitais.
Neste último item, o que se sugere é a impressão das fotografias de determinado caso e assinatura do paciente ou do responsável, com uma cópia arquivada em seu prontuário odontológico.

Sugestão:
Livro

Fotografia Odontológica - Marco A. Masioli



sábado, 29 de maio de 2010

Odontologia Moderna





A obra  “The Dentist” de 1622, feita pelo pintor holândes Gerrit van Honthorst. Em nada lembra a odontologia de hoje, mas é uma bela obra!
A Odontologia evoluiu drasticamente com o passar dos tempos, para a alegria de todos! Materiais, técnicas, equipamentos sofreram uma revolução. A informatização provocou esta revolução na odontologia com a incorporação da internet, sistemas computadorizados e outras tecnologias digitais, e o profissional não pode ficas apenas assistindo a essas mudanças. A informática e a tecnologia já estão totalmente integradas ao dia-a-dia das pessoas, não há dúvidas, e na Odontologia não poderia ser diferente. Além disso, está bem claro que a dependência destas ferramentas só tende a aumentar, tornando-as necessárias. 
A Odontologia atual está em tal estágio de evolução tecnológica que nos é aberto um grande leque de opções para solucionar os mais diversos e complexos casos clínicos. É uma maravilha podermos dispor dos mais inúmeros materiais e equipamentos odontológicos para promover a saúde bucal de nossos pacientes, trabalhando nas mais diversas especialidades odontológicas com estes incríveis recursos a nossa disposição. 
Contudo quem realmente faz a Odontologia é o profissional. Os avanços tecnológicos não dispensam um profissional capacitado. A técnica e a tecnologia vem para nos embasar o bom senso e o raciocínio.
O cirurgião-dentista do futuro será um profissional ainda mais íntimo da informática se for dada a devida atenção à área no presente. O sucesso no futuro da odontologia dependerá da sua capacidade de responder às necessidades de saúde bucal e saúde geral da população e agir de maneira preventiva, para incorporar de maneira eficaz novas tecnologias e novos conhecimento à prática clínica e assumir um papel de liderança no movimento de globalização. 

O antigo

O moderno

sábado, 15 de maio de 2010

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Operação Sorriso!

Muitos tem vergonha de sorrir...
Outros, não tem vergonha alguma!


Mas está certo! Vamos sorrir e ser feliz!
Seu sorriso pode estar estampado em propagandas!
Qualquer probleminha no seu sorriso, procure um dentista. Mas não aqueles à moda Indiana!
Nos dias de hoje não tem porque continuar banguela...
...E nem ter medo de dentista.
O dentista é seu amigo!
E quer que você sorria feliz!!!







SORRIA SEM VERGONHA!

Vida de Dentista

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dia de Tiradentes


Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes foi um dentista, tropeiro,minerador, comerciante, militar e ativista político que atuou no Brasil colonial, mais especificamente nas capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Brasil, é reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil e herói nacional.
O dia de sua execução, 21 de abril, é feriado nacional. A cidade de Tiradentes (Minas Gerais), antiga Vila de São José do Rio das Mortes, foi nomeada em sua homenagem.
Nascido em uma fazenda no distrito de Pombal, próximo ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo. Joaquim José da Silva Xavier era filho do Reinol Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Maria Antônia da Encarnação Xavier, tendo sido o quarto dos sete filhos.
Em 1755, após o falecimento de sua mãe, segue junto a seu pai e irmãos para a sede da Vila de São José; dois anos depois, já com onze anos, morre seu pai. Com a morte prematura dos pais, logo sua família perde as propriedades por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Trabalhou como mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de dentista, o que lhe valeu o apelido (alcunha) de Tiradentes, um tanto depreciativa. Não teve êxito em suas experiências no comércio.
Em 1780, alistou-se na tropa da Capitania de Minas Gerais; em 1781, foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões na patrulha do "Caminho Novo", estrada que servia como rota de escoamento da produção mineradora da capitania mineira ao porto Rio de Janeiro. Foi a partir desse período que Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, tendo alcançando apenas o posto de alferes, patente inicial do oficialato à época, e por ter perdido a função de comandante da patrulha do Caminho Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.
Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como o bondinho do Pão-de-Açúcar e a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento d'água no Rio de Janeiro; porém, não obteve aprovação para a execução das obras. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia. De volta às Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência daquela província. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e da elite mineira, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da comarca, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador. O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias estadunidenses e a formação dos Estados Unidos da América. Ressalta-se que, à época, oito de cada dez alunos brasileiros em Coimbra eram oriundos das Minas Gerais, o que permitiu à elite regional acesso aos ideais liberais que circulavam na Europa.

E assim, numa manhã de sábado, 21 de abril de 1792, Tiradentes percorreu em procissão as ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro, no trajeto entre a cadeia pública e onde fora armado o patíbulo. O governo geral tratou de transformar aquela numa demonstração de força da coroa portuguesa, fazendo verdadeira encenação. A leitura da sentença estendeu-se por dezoito horas, após a qual houve discursos de aclamação à rainha, e o cortejo munido de verdadeira fanfarra e composta por toda a tropa local. Bóris Fausto aponta essa como uma das possíveis causas para a preservação da memória de Tiradentes, argumentando que todo esse espetáculo acabou por despertar a ira da população que presenciou o evento, quando a intenção era, ao contrário, intimidar a população para que não houvesse novas revoltas.
Executado e esquartejado, com seu sangue se lavrou a certidão de que estava cumprida a sentença, tendo sido declarados infames a sua memória e os seus descendentes. Sua cabeça foi erguida em um poste em Vila Rica, tendo sido rapidamente cooptada e nunca mais localizada; os demais restos mortais foram distribuídos ao longo do Caminho Novo: Santana de Cebolas (atual Inconfidência, distrito de Paraíba do Sul), Varginha do Lourenço, Barbacena e Queluz (antiga Carijós, atual Conselheiro Lafaiete), lugares onde fizera seus discursos revolucionários. Arrasaram a casa em que morava, jogando-se sal ao terreno para que nada lá germinasse.