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sábado, 17 de abril de 2010

Disfunção Temporomandibular

Para compreender as causas de dor orofacial associadas à disfunção temporomandibular, devemos entender o que é a articulação temporomandibular (ATM) e sua ação fisiológica durante movimentos, como na mastigação.
O que é a articulação temporomandibular?
É a articulação que se dá entre a cabeça da mandíbula e o osso temporal. A ATM é uma articulação sinovial e, portanto, permite amplos movimentos da mandíbula em torno de um osso fixo, que é o temporal.
Há também uma relação de interdependência da ATM com a oclusão dos dentes de ambos os arcos, o que a torna peculiar e funcionalmente complexa.

Outras peculiaridades da ATM que a distinguem das demais articulações do corpo são: o revestimento de fibrocartilagem; a cabeça da mandíbula cresce na superfície, sem cartilagem epifisária; as faces articulares são bastante discordantes; um disco articular se coloca entre as faces articulares; tem movimentos de rotação e de translação associados; impulsos proprioceptivos são gerados também ao nível dos dentes e estruturas bucais.
Veja o vídeo mostrando os movimentos realizados pela mandíbula:

A dor oro-facial associada à disfunção temporomandibular pode ser proveniente da articulação dentária interligada à ATM, por isso vamos analisar conceitos referentes à oclusão dentária.
O que é Oclusão?
Oclusão é o fechamento (Howaiss).
É a relação entre todos os componentes do sistema mastigatório em função normal, disfunção e parafunção (Dorland's).
Oclusal = pertinente às superfícies de contato dos dentes oponentes ou às vertentes oclusais oponentes, ou às superfícies mastigatórias de molares e pré-molares.
Oclusão Funcional Ideal
1. Quando a boca fecha, os côndilos estão na sua posição mais súpero-anterior apoiados nas vertentes posteriores das eminências articulares com os discos interpostos apropriadamente. Nesta posição existem contatos homogêneos e simultâneos de todos os dentes posteriores. Os dentes anteriores também contatam, porém mais suavemente do que os dentes posteriores.
2. Todos os contatos dentários exercem carga axial a partir das forças olcusais.
3. Quando a mandíbula realiza movimentos laterotrusivos, as guias adequadas do lado laterotrusivo (de trabalho) estão presentes para desocluir o lado mediotrusivo (de não trabalho) imediatamente. A guia mais desejável é fornecida pelos caninos.
4. Quando a mandíbula realiza movimento protrusivo, as guias adequadas estão presentes nos dentes anteriores para desocluir os dentes posteriores imediatamente.
5. Na posição de cabeça ereta e na posição alerta de alimentação, os contatos dentários posteriores são mais fortes do que os contatos dentários anteriores.
O que é Dor Oro-facial?
É uma condição de dor associada aos tecidos da cabeça, face, pescoço e estruturas da cavidade oral. Incluem-se, entre outras, as dores de cabeça, dores com origem no sistema nervoso, dores psicogênicas (relacionadas com fatores psicológicos) e dores por doenças graves, como tumores e AIDS. O tratamento deve ser realizado por uma equipe de profissionais: dentistas, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, pois essa condição deve ser abordada com uma visão do paciente como um todo, não se tratando apenas a dor no momento em que o indivíduo a está sentindo.

As dores de origem dentária continuam sendo as mais comuns na população em geral, mas levantamentos sobre atendimentos de pacientes que apresentam disfunções da articulação temporomandibular demonstram que a dor está presente em 97% dos casos.




O que é a Disfunção Temporomandibular?
Disfunção é a perturbação do funcionamento de um orgão ou aparelho. 





Disfunção Temporomandibular é uma disfunção que ocorre na articulação da mandíbula. Seus sintomas são dores musculares, articulares, zunidos no ouvido, otite, limitação na abertura da boca, bruxismo, enxaquecas, inchaços na face ao lado da boca, dor de ouvido, surdez momentânea e ruídos articulares.








A articulação temporomandibular permanece à frente do ouvido e executa os movimentos feitos pela mandíbula. Qualquer alteração na articulação provoca estalo, dores de cabeça, pescoço, olhos, face e dentes. O principal causador da disfunção é o mau relacionamento dos dentes com a mandíbula, mas o stress e doenças sistêmicas ou hormonais também contribuem para a doença.









Muitos dos sintomas relacionados a disfunção da ATM, fazem com que o paciente deixe de ir ao trabalho ou a escola, prejudicando os seus afazeres do dia a dia. Afetam bastante a vida do paciente, podendo intensificar o estresse, a irritabilidade e os problemas emocionais, podendo com isso, aumentar a intensidade, desses sintomas.











A simetria ditada pela ATM tem que ser constante. Unida com as articulações da coluna cervical e cintura escapular, a ATM trasforma-se em um perceptível péndulo, consequentemente sua distonia provocará distúrbios posturas diretos na coluna cervical e na cintura escapular, promovendo assim, alterações posturais que podem acometer a coluna lombar e os membros inferiores. Não existe sequer exatas confirmações científicas de que a disfunção da ATM pode levar a tal disfunção postural de lombar para baixo, mas muitos estudos na área da saúde demonstraram alguns pacientes com tais alterações posturais e possuiam uma disfunção temporomandibular.















VÍDEOS RELACIONADOS AO ASSUNTO:






















Tratamento





Para o tratamento ATM, o primeiro passo é à obtenção do diagnóstico correto. O diagnóstico encontra-se na avaliação clínica. Dada a complexidade do sistema estomatognático (mastigador) o exame clínico compreenderá:
- Avaliação dos músculos mastigadores.
- Avaliação da oclusão dental.
- Avaliação dos movimentos da mandíbula.
- Avaliação das ATMs.






A disfunção da ATM de modo geral é mais fácil de ser tratada quando se encontra no processo inicial. A resposta ao tratamento, que varia de paciente para paciente, está diretamente relacionada à localização (músculos, ATM ou ambos) e ao tempo em que o problema existe. O não tratamento precoce pode levar a alterações intra-articulares da ATM e musculares sérias. 

1.   A indicação de cirurgia da ATM é restrita, atualmente, a pouquíssimos casos.
2.   Placa Interoclusal é indicada em quase todos os casos. Diversos são os tipos de placas interoclusais e a indicação precisa está na dependência do diagnóstico do caso.
3.   Coronoplastia significa ajuste oclusal pordesgaste seletivo. Por tratar-se de tratamento irreversível a sua indicação também é restrita.
Outros “tratamentos fisioterápicos”, empregado no tratamento das ATMs, são os exercícios e os aparelhos eletrônicos, que visem paliativamente, o relaxamento muscular e redução dos sintomas dolorosos ou trismos de origem muscular (como no caso do tens), o laser infravermelho, entre outros. Esses aparelhos fazem, que libere pelo nosso corpo, uma substância chamada de endorfina, que tem efeito calmante, relaxante e analgésico (muitos pacientes relatam também, sentirem sonolência). Quando praticamos atividades esportivas, também, temos liberação de endorfina.
O tratamento é multidisciplinar. A fisioterapia associada ao tratamento odontológico trás resultados positivos. A fisioterapia trabalha com massagem facial e cervical, mobilizações articulares e teciduais, e correção postural. 

terça-feira, 6 de abril de 2010

Diastemas Dentários

A idéia de sorriso perfeito corresponde, hoje em dia, a um sorriso branco, saudável, e no qual os dentes se encontram perfeitamente alinhados, não havendo qualquer espaço entre eles.

O que é um diastema?
Um diastema é a ausência de contato entre dois ou mais dentes consecutivos, e é mais vulgarmente encontrada entre os dentes anteriores, originando um resultado estético insatisfatório. 
Os diastemas são considerados normais na dentição de leite, uma vez que os dentes de leite são em menor número que os dentes definitivos, e são um sinal de que existirá, à partida, espaço para a erupção de todos os dentes definitivos (Espaços interdentais, Tipo I, segundo Baume).
As causas dos diastemas estão freqüentemente relacionadas a anomalias de tamanho e forma dos dentes e a discrepâncias dentoalveolares. Fatores como freio labial persistente, hábitos nocivos, fusão imperfeita da linha média, overbite acentuado, agenesias, dentes supranumerários, odontomas, cistos e fissuras palatais podem contribuir para diastemas congênitos ou adquiridos.

A presença de diastema pode interferir na harmonia do sorriso tanto funcionalmente com migrações dentárias patológicas, como periodontalmente através da falta de proteção à gengiva subjacente causada pela ausência de ponto de contato. Além disso, esteticamente consiste em desarmonia quando presente em região anterior e problemas de dicção podem ser encontrados nestes casos.

Aproximadamente 22,33% dos adultos apresentam diastemas em linha média e diversas opções de tratamento existem para estes casos como: tratamento ortodôntico, restaurações diretas com resinas compostas (técnica da mão-livre e “mock up”) e restaurações indiretas de facetas e coroas totais.

Relato de Caso Clínico
Paciente de 38 anos, sexo feminino, queixando-se da aparência de seu sorriso, relatando que o espaço negro em sua arcada anterior superior trazia baixa auto-estima e prejudicava seu convívio social.
Com um compasso de pontas secas, verificou-se a largura dos incisivos centrais e ficou constatado que estavam estreitos em comparação ao diâmetro mésio-distal dos incisivos laterais. Desta forma, poderiam ser aumentados até o fechamento completo do diastema entre eles.
Um modelo de estudo foi utilizado no planejamento e uma simulação do fechamento do diastema através da escultura por ceras foi realizada com o objetivo de reanatomizar os incisivos centrais e obter um correto contato interproximal. As novas dimensões obtidas para os dentes em questão seguiram as regras da proporção áurea e de um correto perfil de emergência. 
Uma barreira de silicone por condensação foi confeccionada adaptando-se o material de moldagem sobre as faces palatinas do modelo encerado, cobrindo levemente as porções incisais dos dentes. Isto foi levado à boca e serviu como guia para realização das restaurações de resina na boca.
Nenhum preparo cavitário ou bisel foi realizado e a seleção de cor foi realizada antes do isolamento. Para região correspondente à dentina, optou-se pela cor OA2 (Ice, SDI) e tal seleção se deu no terço cervical do dente porque a espessura de esmalte nesta área é menor e a cor da dentina fica mais evidente. Para região correspondente ao esmalte, optou-se pela cor A1 (Ice, SDI) e tal seleção se deu no terço incisal por ser de maior espessura de esmalte e menor de dentina.
O isolamento relativo com roletes de algodão e expansores de boca foi escolhido porque as invaginações do lençol de borracha para dentro do sulco gengival poderiam causar alguma desadaptação.
O tempo de condicionamento com ácido fosfórico em a 37% (Super Etch, SDI) foi de 15 segundos e abrangiu uma área de 2mm em direção ao centro do dente. Após a lavagem abundante pelo dobro do tempo de condicionamento ácido, a secagem ocorreu de forma rigorosa, pois não existem problemas relacionados com colapso de fibras colágenas.
Foi utilizado um sistema adesivo convencional simplificado (Stae, SDI).
Para inserção da primeira camada, a resina composta micro-híbrida na cor A1 foi adaptada ao silicone na região correspondente ao diastema e o conjunto silicone/resina levado em posição e fotoativado por 20 segundos, simulando o esmalte palatal.
Novos incrementos foram depositados sobre este primeiro, aumentando a espessura da restauração até que esta atingisse o nível do esmalte vestibular. O último incremento recebeu o auxílio de um pincel de ponta chata para melhor adaptação e textura superficial.
O acabamento final e polimento das restaurações foram realizados na consulta seguinte, uma vez que só devem ser feitos após o período de 24 horas, a fim de aguardar o fenômeno de expansão higroscópica da resina composta que compensará, em parte, a contração de polimerização, e também para que haja uma máxima conversão polimérica das resinas compostas fotoativadas.

Imagens



sábado, 3 de abril de 2010

segunda-feira, 15 de março de 2010

Cárie de Mamadeira


A cárie de mamadeira, doença que afeta bebês, é um problema que assola crianças do mundo inteiro. Pouca gente sabe, mas o leite materno pode provocar a cárie de mamadeira, caso não haja uma higienização adequada, realizada posteriormente a mamada. Está relacionada à ingestão de líquidos açucarados durante a noite. Ou seja, aquela história de que não devemos dormir sem escovar os dentes também vale para os pequeninos. Depois da mamada, o leite fica estagnado na boca da criança. Além disso, a salivação da criança diminui durante o sono. Esses fatores, associados a uma má higiene da boca, fazem com que a cárie se desenvolva muito rapidamente, causando grandes estragos nos dentes das crianças.

Para prevenir a cárie de mamadeira é necessário que a mãe e a criança tenham uma orientação e entendam o que é a doença cárie e como combate-la. Dados mostram que aos 3 anos de idade, 60% das crianças já tiveram cárie, portanto a prevenção deve começar antes. Deve-se iniciar com orientações às gestantes, e acompanhar a criança desde o nascimento do primeiro dente.

A cárie é uma doença infecciosa, transmissível e multifatorial, ou seja, depende de vários fatores para o seu desenvolvimento, o principal é o hábito, ou melhor a higiene bucal e a dieta. Os primeiros sinais da cárie são manchas brancas e opacas que, caso o processo não seja interrompido, evoluem para uma cavitação - perda de estrutura do dente. A cárie de mamadeira pode afetar todos os dentes, mas acomete inicialmente os incisivos superiores (dentes da arcada superior localizados na região anterior). Mais tarde poderá atingir os molares ("dentes do fundo"), progredindo segundo a seqüência de erupção dos dentes.

Para evitar isso, é importante que a mãe não adicione açúcar ao leite da mamadeira e evite que a criança durma logo depois de mamar. Deve-se ainda escovar o dente da criança depois de cada mamadeira, e antes de dormir a escovação deve ser reforçada com um pouco de pasta de dente, já que o período da noite é o mais crítico para o surgimento de cáries. Com o tempo, a mamadeira deve ser substituída gradativamente por líquidos no copo. Para as crianças pequenas que ainda não sabem escovar os dentes, os especialistas recomendam a aplicação, uma vez ao dia, de quatro gotas de flúor em cada ponta de um cotonete para fazer massagem, limpar os dentes e a gengiva do bebê, ou ainda, uma limpeza mais fácil e prática com uma gaze e água, massageando a gengiva do bebê.

Em caso de qualquer dúvida procure um dentista - ele é um profissional habilitado e terá prazer em contribuir para que seu filho cresça e se desenvolva de forma saudável.

Dentição decídua saudável

Cárie em estágio inicial devido ao uso de mamadeira em criança de 2 anos.

Cárie atingiu todas as faces dos dentes.

Flúor


O que é o Flúor?

O flúor é um mineral natural largamente distribuído pela natureza. É um elemento relativamente comum, compondo algo em torno de 0,065% do peso da crosta terrestre, sendo o décimo terceiro elemento em abundancia, mais comum que o cloro. Na sua forma natural é encontrado sob a forma de gás, mas como possui alta reatividade química, o flúor se associa a outros elementos formando compostos. Na forma de fluoreto é incorporado na estrutura do osso e dos dentes. Estes compostos possuem a capacidade de interferir no processo de desmineralização e remineralização do esmalte dentário.

Alguns alimentos contém flúor, assim como a água fornecida pelas empresas de serviço público. Para a sua utilização na fluoretação da água de abastecimento no Brasil estão regulamentados o Fluoreto de Sódio, a própria Fluorita, e sendo os mais adotados o Ácido Fluossilíco e o Fluoreto de Sódio.


Como o flúor atua?

O esmalte dentário contém mais flúor sob a forma de fluoreto de cálcio. Um suprimento de flúor é essencial à formação adequada do esmalte e qualquer deficiência a este respeito resultará em esmalte pouco denso e de qualidade inferior. O mecanismo de ação do flúor pode ser explicado pelo aumento da resistência do esmalte à desmineralização durante o desafio cariogênico, pelo aumento da velocidade de maturação pós-eruptiva do esmalte, pela remineralização das lesões, pela interferência no metabolismo dos microorganismos e também pela redução da profundidade de sulcos e fissuras.

O uso do flúor na odontologia sempre incomodou a vários setores da sociedade, sendo científicos ou até mesmo políticos. Sempre houve resistência e uma séria oposição contra a fluoretação da água. O que se pode constatar e garantir para a população é que a água tratada e fluoretada, mantida nas condições físico-químicas ideais e com uma concentração de flúor controlada através da vigilância epidemiológica, é um agente promotor de saúde bucal. 

O uso tópico do flúor deve ser empregado durante e após a erupção dos dentes. A aplicação local direta de flúor é mais importante que a sistêmica. Dentifrícios, soluções para bochechos, soluções ou géis para aplicação tópica e vernizes fluoretados, além da incorporação em materiais de uso odontológico, são algumas formas de apresentação do flúor de ação tópica.

O fluoreto pode agir no controle da cárie dentária por interferir nos processos de Des e Re, atuar na mineralização pós-eruptiva e por inibir o metabolismo bacteriano. Todas essas ações do fluoreto sofrem interferência da sua concentração, pH, composição e tipo de veículo no qual ele está contido.

O fluoreto não “previne” à cárie dentária, já que não tem significativa influência sobre os fatores etiológicos (estrutura dentária, dieta ou bactérias). Na verdade, o fluoreto “controla” o aparecimento da lesão de cárie clinicamente, por interferir na dinâmica DES e RE. A atividade constante do fluoreto na interface biofilme/esmalte é mais importante para reduzir a solubilidade do esmalte que a alta concentração de fluoreto incorporado nos cristais de esmalte. Atualmente, o acesso ao fluoreto no ambiente bucal por meio da água e dentifrícios fluoretados, que são os métodos mais utilizados, consegue cumprir seu papel no controle da cárie dentária para a maioria dos indivíduos. No entanto, no panorama mundial, a cárie se encontra polarizada, havendo ainda hoje alguns pacientes com alta atividade da doença. Nesses pacientes, o conhecimento do tempo necessário para o término das reservas de fluoreto, de terapias para aumentar a concentração de fluoreto presente, assim como de agentes ou outros íons capazes de potencializar os seus efeitos, deve ser intensificado.

sábado, 13 de março de 2010

Sorrisão # 4


Descubra quem é o dono deste lindo sorriso, clique aqui!

Zebra Dentista

Uma zebra muito corajosa, no Zoológico de Zurique, desafiou a morte e enfiou sua cabeça dentro da boca de um hipopótamo, animal feroz que poderia facilmente matá-la.
Mas o que se viu em seguida, para o espanto dos visitantes do zoológico, a zebra começou a limpar os dentes do hipopótamo com generosas lambidas.
“A zebra ainda é filhote”, afirmou Jill Sonsteby, o fotógrafo americano que tirou a foto. “Ela não notou o perigo e fez uma higiene bucal por cerca de 15 minutos”, contou o fotógrafo.

domingo, 7 de março de 2010

Diversão na Hora de Escovar os Dentes

Cremes dentais...

Para proteger a escova de dentes...
Essa é para não esquecer de escovar os dentes...

Você pode até ganhar um brinquedo...
Só não esqueça de também usar o fio dental...


E o seu dentista fica feliz!


Diastemas na Moda

Sabe aquele espaço entre um dente e outro? Aqueles milímetros entre os incisivos centrais? Virou moda!!!
Segundo a Daily Front Row, revista que circula durante a semana de moda de Nova York, a nova onda é “the Gap”.
"O gap", aquele diastema nos dentes anteriores que qualquer ortodontista condenaria à prisão em aparelhos metálicos para correção.
Os milímetros entre um dente e outro já tinham virado notícia desde que a modelo Lara Stone começou a estampar as principais revistas de moda.
Também, uma das finalistas do America’s Next Top Model da última edição foi obrigada a preencher o seu gap porque Tyra Banks não simpatizava com ele. Mal sabia ela que um movimento "pró-vão" estava chegando a passos ligeiros.



Depois que a revista fez a brincadeira na capa, colocando um espaço falso entre os dentes da top Frida Gustavsson, o assunto não sai das rodas de fashionistas.

Confira algumas celebridades com seus diastemas anteriores:
(Vanessa Paradis)

(Jane Birkin)  

(Madonna)
  
(Brigitte Bardot)

Exemplos entre os homens:
(Laurence Fishburne)

(Sergio Loroza)




(Lewis Hamilton)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sorrisão # 3


Gostou do sorriso? Cheio de charme, não é??

Odonto Entrevista - GOVERNADOR JAIR SOARES

Jair Soares é um dos Cirurgiões Dentistas que foram governadores do estado do Rio Grande do Sul, o outro foi Germano Rigotto.


Quem o influenciou a fazer Odontologia?
Influência não houve. Era na verdade uma questão de vocação.
                                
Como foi seu inicio de profissão?
Início de profissão sempre é difícil. Trabalhei na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul no gabinete odontológico, no qual, concomitantemente exerci o cargo de Chefe de Departamento de Saúde.
                                
Lembra de algo diferente desta época?
Era contratado também pela Associação dos Funcionários Públicos do Estado e atendia só na minha especialidade, odontopediatria. Nos hospitais Ernesto Dornelles e Beneficiência Portuguesa fazia atendimento com anestesia geral, de crianças emocionalmente instáveis.
                                
E um bom momento na profissão?
Um dos melhores momentos foi quando, em 1971/79, exerci o cargo de Secretário de Estado da Saúde e Meio Ambiente. Em convênio com o CRO/RS, ABO/RS e o nosso Sindicato, fizemos um trabalho extraordinário de combate permanente ao exercício ilegal da Odontologia (charlatanismo). Chamamos a atenção dos nossos colegas brasileiros, e por isso visitamos vários Estados participando de simpósios, congressos e fazendo conferências.
                                
Quem fez mais pela Odontologia?
Tenho dificuldade em citar nomes, pois foram tantos que me ajudaram e que por essa razão ficaram mais que colegas de profissão, mas sim amigos verdadeiros. Tenho medo de esquecer alguém e cometer uma injustiça.
                                 
Qual a revista que mais gosta?
Recebo regularmente as revistas da ABO/RS e ABO Nacional, bem como a do CRO/RS.
                                
Cite algo que mudou sua vida?
Em decorrência de ter assumido a Secretaria da Saúde, fui obrigado, para bem cumprir aquela missão, parar com o exercício profissional, que fiz durante onze anos continuadamente.
                                 
Comente algo que o marcou?                                
Não é demais lembrar que na Secretaria de Saúde nós criamos uma lei que obriga, em todo o Estado, a adição do flúor silicato de sódio nas hidráulicas, fazendo com esta medida um trabalho pioneiro no Brasil, que sem sombra de dúvida, reduz em 63% a cárie dentária. Isto, ao lado do progresso faz com que nossas crianças tenham os dentes protegidos, um belo sorriso e uma saúde melhor porque ela começa pela boca.

Como vê o presente momento da profissão?
A Odontologia sob o ponto de vista de modernização e atualização técnica aprimorou-se muito e vive pelas descobertas, avanços científicos em momento excepcional.
                                
Poderia deixar uma mensagem aos mais novos?
Nós Cirurgiões Dentistas, de ontem e de hoje, devemos cada vez mais, valorizar a nossa profissão, mantendo-nos atualizados.